Novo Salário Mínimo para 2012 – Projeto propõe aumento para R$619,21

31, agosto, 2011

Boa notícia para os trabalhadores de todo o Brasil. A atual ministra do Planejamento, Miriam Belchior, entregou na manhã de hoje (31 de agosto) uma proposta de aumento de 13,5% no valor do Salário Mínimo para a próximo ano (2012).

Com este novo aumento, o salário mínimo (que atualmente é de R$545,00) pode passar a ser de R$619,21.

A proposta do novo salário já foi entregue para o presidente do Senado (José Sarney), que deverá encaminhá-la para a Comissão Mista de Orçamento para que esta siga com a tramitação do projeto.

Vale lembrar que este valor do salário mínimo para o próximo ano, é maior do que o valor que foi projetado pelo governo na LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias) para 2012. Naquela época, o valor previsto para o salário mínimo era de R$616,34.

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Dieese – Salário mínimo necessário para suprir as necessidades das famílias brasileiras – Maio de 2011

6, junho, 2011

“Levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família (…) em maio, o valor do mínimo foi calculado em R$ 2.293,31”. Assim podemos resumir uma das conclusões a que chegou recente estudo do DIEESE sobre quanto deveria ser o salário mínimo do brasileiro no mês de maio deste ano, levando em consideração o preço da cesta básica em São Paulo.

O valor informado representa aquilo que seria necessário para que cada trabalhador deste país suprisse suas necessidades mensais de saúde, alimentação, lazer, transportes, previdência, educação, vestuário e higiene.  Por outras palavras, o brasileiro deveria receber cerca de 4,21 vezes o valor do salário mínimo atual, que é de R$ 545,00.

Esse valor, de acordo com a tabela de atualizações do próprio Departamento, não está muito distante do registrado em abril de 2011 (R$ 2.255,84) e em meses anteriores.

Por outras palavras, com tal estudo é possível ter a noção clara de que o salário atualmente em vigor no Brasil é simplesmente irrisório, tendo em conta as reais necessidades de uma família, entre as quais aquelas que o Estado oferece de maneira precária (educação, saúde  e condições de higiene, por exemplo).

Por Alberto Vicente

Fonte: Dieese

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Bacen – Consumo de turistas no Brasil tem aumento de 17,3% em abril

27, maio, 2011

O segmento turístico se prepara para receber da melhor maneira possível os turistas estrangeiros que passarão por aqui em 2014, ano da Copa do Mundo. Enquanto as obras estão em andamento, os viajantes do exterior transitam em meio à diversidade cultural do país e os brasileiros, por sua vez, buscam aproveitar as melhores condições financeiras para conhecer destinos de outras nações.

Matéria divulgada pelo Ministério do Turismo (MTur) com base em anúncio realizado pelo Banco Central (BC) aponta que os gastos de turistas estrangeiros no Brasil saltaram para 17,3% em abril ante mês igual de um ano atrás, para R$ 540 milhões.

De acordo com Mario Moysés, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR), os dados enunciados ilustram que o trabalho realizado pelo país em fomentar os serviços e atrações, além de toda qualidade disposta em cada destino, assegura o Brasil no cenário mundial e o torna cada vez mais competitivo.

Entretanto, muito ainda precisa ser feito para o país não dar vexame durante a Copa do Mundo, como várias vezes observa o ex-jogador de futebol Pelé. O Brasil, por enquanto, tem se preocupado em salientar números sobre números, mas a verdadeira prova será conceituada daqui a três anos, de maneira qualitativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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FGV – INCC-M tem aumento para 2,03% em maio

27, maio, 2011

Indexador utilizado como base para o cálculo de reajuste das parcelas dos imóveis no período de obras, o Índice Nacional de Custo da Construção Civil – M (INCC-M) acelerou para a alta de 2,03% em maio, taxa bem elevada em comparação ao 0,75% de abril. No acumulado do ano a variação chegou a 4,04% após esse levantamento e nos 12 últimos meses, a 8,18%.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) avalia que a variação atinente a Mão de Obra subiu de 1,16% em abril para 3,70% no estudo de maio. O índice referente a Materiais, Equipamentos e Serviços, por sua vez, avançou de 0,36% para 0,45% na mesma relação.

Esmiuçado em grupos, a taxa de variação de Materiais e Equipamentos subiu de 0,40% para 0,43%. Destaque para o subgrupo materiais para instalação, cujo índice ascendeu de -0,01% para 0,98%. Não menos distante ficaram as diferenças positivas de materiais para acabamento, com salto de 0,54% para 0,59%, e equipamentos para transporte de pessoas, de 0,12% para 0,18%.

A taxa concernente a Serviços subiu de 0,21%, registrada em abril, para 0,53% no mês de maio. Neste caso, destaca-se a alta do subgrupo serviços técnicos, que cresceu de 0,12% para 1,01%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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CNI lança portal de compras coletivas para a indústria

27, maio, 2011

O e-commerce, ou comércio eletrônico, avança com solidez no Brasil. Além dos números geridos pelos grandes portais de compras, os brasileiros já têm acesso a sites de compras coletivas, com descontos em produtos que podem chegar a até 90%, bem como as curiosas páginas de leilões de um centavo.

A ideia de compras coletivas foi cooptada, no bom sentido, e lançada ao setor industrial na quinta-feira, 26 de maio, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O intento, basicamente igual ao voltado aos consumidores, propiciará que empresas adquiram produtos bem mais em conta em comparação aos valores praticados no dia-a-dia.

Por meio do Clube Indústria de Benefícios, nome dado ao empreendimento, 600 mil indústrias poderão comprar produtos e serviços. Para Emerson Casali, gerente-executivo da Unidade de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Associativo da confederação, o sistema beneficiará especialmente as micro e pequenas indústrias.

Para conferir os aspectos gerais e conhecer a ferramenta, mesmo como consumidor, acesse o site www.clubeindustria.com.br/portal/abertura.php.

Por Luiz Felipe T. Erdei

CNI, Compras Coletivas, Indústria, Maio de 2011

Abras – Índice Nacional de Vendas sobe para 13,6% em Abril

27, maio, 2011

O setor supermercadista conquistou expressivos números ao final de 2010 com as festas de Natal e virada de ano, e também durante a última Páscoa. E se passado é passado, que tal observar os dados mais recentes divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras)?

De acordo com o Índice Nacional de Vendas, as vendas reais do segmento avançaram 13,60% no mês de abril em comparação ao período igual de um ano atrás. No comparativo mensal, ou seja, contra março de 2011, o índice alcançado foi de 7,17%.

A Abras assinala que em valores nominais o indicador apresentou expressivo avanço de 21% em abril ante mês similar de 2010 e incremento de 8% sobre março de 2011. No acumulado nominal, ou seja, durante os quatro primeiros meses, a taxa atinge índice de 12,08% em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado.

Possivelmente, o segmento não sentirá com gravidade as medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde o final de 2010, pois os consumidores, mesmo optando por produtos mais baratos e diminuindo o consumo, sempre percorrem gôndolas em busca de mercadorias para abastecer o lar.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Abras, Abril de 2011, Índice Nacional de Vendas, Vendas

AbrasMercado – Alta em abril de 2011

27, maio, 2011

Ao divulgar os números referentes ao Índice Nacional de Vendas, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) afirmou que a Páscoa foi bastante positiva para o segmento. Não à toa, em abril as vendas reais de supermercados avançaram 13,60% em relação ao mês igual de 2010 e outros 7,17% sobre março de 2011.

Na mesma ocasião do anúncio, realizado em 25 de maio, a associação expôs os índices da AbrasMercado em parceria com a empresa de pesquisa de mercado GfK. Considerando 35 produtos consumidos em ampla escala, o indicador subiu 1,05% entre março e abril. No comparativo anual, ou seja, contra o quarto mês de 2010, o crescimento chegou a 7,59%.

Os números indicam, deste modo, que a cesta passou de R$ 279,32 para R$ 300,52. De todos os produtos consultados, a batata, com margem positiva de 28,04%, a cebola, com incremento de 14,73%, o feijão, com alta de 5,27%, e o extrato de tomate, com aumento de 5,18%, foram os que mais contribuíram para a elevação da AbrasMercado. Em contrapartida, as principais baixas ocorreram no tomate, com decréscimo de 14,63%, no açúcar, -2,25%, na farinha de mandioca, -1,70%, e no queijo mussarela, -1,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Fipe – IPC (SP) registrou queda na 3ª quadrissemana de maio de 2011

27, maio, 2011

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo, calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), registrou queda na taxa de variação da 3ª quadrissemana de maio, para 0,47%, ante 0,56% delineada na 2ª quadrissemana do mês.

Dos sete grupos pesquisados, quatro assinalaram baixas em seus índices, com destaque para Saúde, cuja taxa cedeu de 1,36% para 0,98%. Em seguida, de acordo com o levantamento, figuraram as categorias Despesas Pessoais, com queda de 0,91% para 0,61%, Transportes, com arrefecimento de 0,87% para 0,59%, e Habitação, de 0,33% para 0,28%.

No sentido oposto, revela a FIPE, a maior alta na taxa de variação da 2ª para a 3ª prévia do mês foi encabeçada pelo grupo Alimentação, com avanço de 0,20% para 0,34%. Na categoria Vestuário o índice subiu de 1,13% para 1,17% e em Educação de 0,06% para 0,07%.

O IPC é formado com base em informações de famílias com renda de um a 20 salários mínimos mensais (R$ 545 a R$ 10.900).

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Serasa – Indicador de Inadimplência das Empresas apresentou queda em abril de 2011

27, maio, 2011

Não é mais novidade alguma notabilizar que a economia brasileira, embora com prognósticos menos otimistas para 2011, apresenta bom nível. O estopim da expansão ocorreu durante o ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) chegou ao índice positivo de 7,5%.

Desde o início de 2011, empresários e consumidores apresentam-se cautelosos quanto ao consumo e a sua continuidade. O mês de abril foi particularmente interessante para as empresas, pois com os feriados de Tiradentes e Páscoa a inadimplência nos negócios arrefeceu 7,9% no confronto aos dados de março.

Segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas construído pela Serasa Experian, a atividade econômica aquecida, ligada ao consumo, nutriu a criação de receitas por parte das empresas. A Páscoa, que motivou a ida dos brasileiros às compras, e o menor número de dias úteis no mês contribuíram para a queda.

Apesar de o Banco Central (BC) estabelecer medidas de restrição ao crédito para, assim, combater a inflação, o volume elevado de vendas figura como fator de compensação. Mesmo assim, no acumulado de 2011 a inadimplência das empresas cresceu 3% em comparação ao período análogo de um ano atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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ANS – Planos de saúde devem ter reajuste de 6,6%

26, maio, 2011

Os consumidores brasileiros são constantemente bitributados.  O que significa esse termo, na prática? Pois bem, ao pagar impostos, a população destina parte de sua renda para as áreas da saúde, da educação, do transporte e tantas outras. Como nem sempre agradam, alguns optam por serviços particulares.

O caso da saúde é um dos melhores para ser citado, pois várias pessoas preferem qualquer plano mais simples a depender do sistema público. No entanto, este deve ficar mais caro em breve, segundo informações de um executivo consultado pelo jornal Correio Brasilienze.

Pelo visto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve reajustar os planos em 6,6%, índice que ultrapassa a taxa da inflação acumulada dos últimos 12 meses. Com isso, 7,8 milhões de conveniados terão de pagar um pouco a mais para ter acesso aos planos particulares.

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) ponderam que se a metodologia de reajuste anual emplacada pela ANS se mantiver, daqui a três décadas os planos de saúde terão ascendido pouco mais de 126% sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Infelizmente, nem o serviço privado é totalmente suficiente. Basta verificar em sites de reclamações as dificuldades de marcar consultas, realizar operações e outros procedimentos. Curiosamente, falta saúde para o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: SPC Brasil

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