|
|
|
Uma informação errônea foi apresentada por Edison Lobão, ministro de Minas e Energia.
Na quarta-feira, 20 de janeiro, o político revelou que o teto salarial a famílias beneficiadas pela denominada Tarifa Social de Energia Elétrica era de três salários mínimos. No entanto, em 21 de janeiro, a autoridade se retratou e disse que essa iniciativa é destinada somente aos que ganham meio salário mínimo.
A Agência Estado divulgou que o comprovante necessário para que as famílias possam conquistar descontos no pagamento de Energia Elétrica é o Bolsa Família, ou, então, algum outro que ateste a renda familiar.
Lobão afirmou que o benefício será estendido a comunidades indígenas e quilombolas, que não precisarão pagar nenhum centavo para obterem energia elétrica, desde que consumam até 40 quilowatts.
Portadores de deficiência e pessoas com mais de 60 anos de idade, desde que comprovadas dificuldades financeiras, também obterão descontos.
O total injetado pela Conta de Desenvolvimento Energético é de R$ 2 bilhões anuais, este, que é um dos encargos presentes na conta de luz.
Fonte: Agência Estado
Por Luiz Felipe T. Erdei
